Arquivo do mês: janeiro 2014

Top TV Especial Ultraman

Este é só para quem tem mais de 30 anos…
No início da década de 1990, a rede Record exibia nas tardes de domingo um programa que abordava nostalgia e a cultura pop dos quadrinhos, séries, desenhos e, principalmente, filmes antigos: o saudoso TOP TV. O programa, apresentado pela bela Fabíola Villanova, era um colírio e a maior diversão para cinéfilos e gibiotas e etc. da época, justamente por oferecer reportagens, notícias e curiosidades sobre personagens famosos e até sobre memorabilia – o que era fabuloso, porque as fontes de informação que tínhamos naqueles tempos (sem internet) eram apenas revistas e algumas esporádicas reportagens em telejornais. Continue lendo

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Neil Gaiman: Por que nosso futuro depende de bibliotecas, de leitura e de sonhar acordado

Um artigo de importância universal.

Index-a-Dora

Uma palestra que explica porque usar nossa imaginação e providenciar para que outros utilizem as suas, é uma obrigação de todos os cidadãos

pelo The Guardian, em 15/10/2013

É importante para as pessoas dizerem de que lado estão e porque, e se elas podem ou não ser tendenciosas. Um tipo de declaração de interesse em sociedade. Então eu estarei conversando com vocês sobre leitura. Direi à vocês que as bibliotecas são importantes. Vou sugerir que ler ficção, que ler por prazer, é uma das coisas mais importantes que alguém pode fazer. Vou fazer um apelo apaixonado para que as pessoas entendam o que as bibliotecas e os bibliotecários são e para que preservem ambos.

E eu sou óbvia e enormemente tendencioso: sou um escritor, muitas vezes um autor de ficção. Escrevo para crianças e adultos. Por cerca de 30 anos tenho ganhado a minha vida através das minhas palavras, principalmente…

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William Faulkner, The Art of Fiction No. 12 Interviewed by Jean Stein

(julguei importante republicar isso aqui no blog)

William Faulkner was born in 1897 in New Albany, Mississippi, where his father was then working as a conductor on the railroad built by the novelist’s great-grandfather, Colonel William Falkner (without the “u”), author of The White Rose of Memphis. Soon the family moved to Oxford, thirty-five miles away, where young Faulkner, although he was a voracious reader, failed to earn enough credits to be graduated from the local high school. In 1918 he enlisted as a student flyer in the Royal Canadian Air Force. He spent a little more than a year as a special student at the state university, Ole Miss, and later worked as postmaster at the university station until he was fired for reading on the job.

Encouraged by Sherwood Anderson, he wrote Soldier’s Pay (1926). His first widely read book was Sanctuary (1931), a sensational novel which he says that he wrote for money after his previous books—including Mosquitoes (1927), Sartoris (1929), The Sound and the Fury(1929), and As I Lay Dying (1930)—had failed to earn enough royalties to support a family.

A steady succession of novels followed, most of them related to what has come to be called the Yoknapatawpha saga: Light in August (1932), Pylon (1935), Absalom, Absalom! (1936), The Unvanquished (1938), The Wild Palms (1939), The Hamlet (1940), and Go Down, Moses, and Other Stories (1941). Since World War II his principal works have beenIntruder in the Dust (1948), A Fable (1954), and The Town (1957). His Collected Storiesreceived the National Book Award in 1951, as did A Fable in 1955. In 1949 Faulkner was awarded the Nobel Prize for Literature.

Recently, though shy and retiring, Faulkner has traveled widely, lecturing for the United States Information Service. This conversation took place in New York City, early in 1956.

 

INTERVIEWER

Mr. Faulkner, you were saying a while ago that you don’t like interviews.

WILLIAM FAULKNER

The reason I don’t like interviews is that I seem to react violently to personal questions. If the questions are about the work, I try to answer them. When they are about me, I may answer or I may not, but even if I do, if the same question is asked tomorrow, the answer may be different.

INTERVIEWER

How about yourself as a writer? Continue lendo


Aventura para Old Dragon

thiefE para começar 2014 muito bem, a primeira postagem aqui do Alforje será uma aventura preparada especialmente para o RPG OLD DRAGON, da editora Red Box, o sistema old school preferido deste escriba.

Esta aventura, chamada “Batismo de Gatuno”, foi elaborada para apenas dois jogadores: um sendo o Mestre e outro interpretando um Ladrão. Os desafios da aventura servem muito bem para apresentar o Old Dragon para jogadores novatos, assim como para iniciar personagens de 1º nível (da classe Ladrão, no caso).

O arquivo pdf também oferece um apêndice ao final, orientando o Mestre caso queira aumentar a dificuldade da aventura ou narrá-la para um grupo de personagens.

A aventura você baixa aqui:  OLD DRAGON – Batismo de Gatuno


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